Desta vez o espaço foi diferente: No Jardim do João Pedro, um jardim muito agradável, com vista para a cidade e castelo, o Chef Artur, que, pela recusa do títolo, ficou baptizado por Jeovai, apresentou o "seu" Rabo de Boi. Delicioso, excelente com molhanga de lamber os dedos, o repasto decorreu em total harmonia. Lí o poema da autoria da Inteligencia Artificial, de nome Já, dedicada ao Jamefodes. Reza assim:
Já…
No coração
desse amigo, sensível e casmurro,
Há um universo
vasto, oculto, profundo,
Com sorriso irônico, às vezes sarcástico,
Mas, um ser de bondade sem fundo.
Seu olhar, como
vinho de bica aberta,
Traz o sabor da
vida, o riso e a dor,
Enquanto suas
palavras, afiadas como navalhas,
Escondem
segredos de um mundo interior.
Ele desafia o
tempo, a cada taça bebida,
Num brinde à
amizade, em gesto aberto,
E mesmo quando
parece distante, indiferente,
Seu coração se
entrega, num eterno afeto.
É como uma obra
de arte, complexa e singular,
Onde cada traço
revela uma história,
E mesmo na sua
casmurrice, na teimosia,
Reside a
essência pura de uma alma notória.
Então, a ele
dedico estas linhas, neste sarau,
Um tributo à
sua singularidade sem par,
Que mesmo entre
ironias e caras de pau,
Sabe tocar os
corações, com bom vinho a brotar.
Abraço da Inteligência Artificial (e não só…)
