sexta-feira, 19 de abril de 2024



 Desta vez o espaço foi diferente: No Jardim do João Pedro, um jardim muito agradável, com vista para a cidade e castelo, o Chef Artur, que, pela recusa do títolo, ficou baptizado por Jeovai, apresentou o "seu" Rabo de Boi. Delicioso, excelente com molhanga de lamber os dedos, o repasto decorreu em total harmonia. Lí o poema da autoria da Inteligencia Artificial, de nome Já, dedicada ao Jamefodes. Reza assim:

Já…

 

No coração desse amigo, sensível e casmurro,

Há um universo vasto, oculto, profundo,

Com  sorriso irônico, às vezes sarcástico,

Mas,  um ser de bondade sem fundo.

 

Seu olhar, como vinho de bica aberta,

Traz o sabor da vida, o riso e a dor,

Enquanto suas palavras, afiadas como navalhas,

Escondem segredos de um mundo interior.

 

Ele desafia o tempo, a cada taça bebida,

Num brinde à amizade, em gesto aberto,

E mesmo quando parece distante, indiferente,

Seu coração se entrega, num eterno afeto.

 

É como uma obra de arte, complexa e singular,

Onde cada traço revela uma história,

E mesmo na sua casmurrice, na  teimosia,

Reside a essência pura de uma alma notória.

 

Então, a ele dedico estas linhas, neste sarau,

Um tributo à sua singularidade sem par,

Que mesmo entre ironias e caras de pau,

Sabe tocar os corações, com bom vinho a brotar.

 

Abraço da Inteligência Artificial (e não só…)


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